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Em terra de fake news, todo cuidado é pouco. E mesmo que você confirme por meio de diversas fontes a veracidade dos fatos, ainda há um segundo problema: a maneira como um fato é contado.  Mas nós, leitores de diversas mídias, temos ferramentas para evitar a manipulação e a incorporação de certezas e valores que não são nossos. Então, ao ler um texto, independentemente da mídia em que ele seja divulgado, fique atento às palavras escolhidas, ao modo como a frase é construída, à presença de expressões que atribuam valor ao fato exposto, à ordem em que possíveis posicionamentos são inseridos no texto, às imagens, à omissão de fatos, à interpretação superficial, ao autor do texto, à fonte do texto, etc.

Nesse cenário, esta seção tem a intenção de ajudar o leitor a praticar sua criticidade. Sempre traremos textos referentes ao mesmo assunto de fontes diversas. Talvez você não reconheça todos os veículos de comunicação aqui publicados, pois também buscamos mostrar textos, que apesar de não estarem nos famosos jornais ou revistas, estão sendo lidos por um bocado de gente.

 

Curadoria de Luis Vieira  

 

Bolsonaro ouve proposta, mas evita se comprometer com recriação do SNI

O candidato ao Planalto não ratificou nem rejeitou a proposta. Limitou-se a dizer que o País 'precisa' de um serviço mais 'eficiente' de inteligência para prevenir problemas para o governo

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, ouviu nesta segunda-feira, 23, proposta de criar um sistema de inteligência "nos moldes" do Serviço Nacional de Informações (SNI), órgão do regime militar extinto em 1990, em encontro com militares da ativa e da reserva no Clube de Aeronáutica, no centro do Rio. (...)

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2018/07/24/interna_politica,696974/bolsonaro-ouve-proposta-mas-evita-se-comprometer-com-recriacao-do-sni.shtml

Bolsonaro ouve proposta, mas evita se comprometer com recriação do SNI

O candidato ao Planalto não ratificou nem rejeitou a proposta. Limitou-se a dizer que o País 'precisa' de um serviço mais 'eficiente' de inteligência para prevenir problemas para o governo

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, ouviu nesta segunda-feira, 23, proposta de criar um sistema de inteligência "nos moldes" do Serviço Nacional de Informações (SNI), órgão do regime militar extinto em 1990, em encontro com militares da ativa e da reserva no Clube de Aeronáutica, no centro do Rio. (...)

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2018/07/24/interna_politica,696974/bolsonaro-ouve-proposta-mas-evita-se-comprometer-com-recriacao-do-sni.shtml

Bolsonaro relaciona aumento do preço do arroz à concessão do auxílio emergencial

Em transmissão ao vivo pelas redes sociais nesta quinta-feira (10), o presidente Jair Bolsonaro relacionou a alta do preço do arroz ao aumento do consumo decorrente da concessão do auxílio emergencial. “Por que o arroz subiu de preço? Com o auxílio emergencial, o pessoal começou a consumir um pouco mais. Realmente ajudou a desaparecer um pouco essa mercadoria das prateleiras”, disse. O auxílio de R$ 600 é pago a trabalhadores informais para mitigar os efeitos da crise decorrente da pandemia de coronavírus.

Bolsonaro voltou a repetir que não pode tabelar o preço do arroz. “Eu não vou interferir no mercado. O que tem que valer é a lei da oferta e da procura”, afirmou citando experiências de tabelamentos malsucedidos no Brasil e na Venezuela. Ontem, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) zerou a alíquota do imposto sobre importação para o arroz em casca até 31 de dezembro deste ano. Leia mais  em:https://congressoemfoco.uol.com.br/governo/bolsonaro-relaciona-aumento-do-preco-do-arroz-a-concessao-do-auxilio-emergencial/

Preço do arroz: governo Bolsonaro tem culpa pelo aumento?

Especialistas discutem

Economistas discordam quanto ao grau de responsabilidade do governo federal na crise do preço do arroz

Enquanto os consumidores se assustam com os preços do arroz no supermercado e o presidente Jair Bolsonaro anuncia medidas para facilitar importação do grão, a responsabilidade do governo nessa situação é alvo de debate. Enquanto alguns economistas defendem que o Executivo teria pouco a fazer para evitar o problema — que seria causado especialmente pela redução da produção interna e pelo aumento das exportações, impulsionadas pela alta do dólar —, outros afirmam que o governo errou ao manter baixo o estoque público de arroz, que funciona como um regulador dos preços (...). Leia mais em: https://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2020/09/12/interna_nacional,1184873/preco-arroz-governo-bolsonaro-culpa-aumento-especialista.shtml

Preço do arroz é motivado pelo desmonte promovido por Bolsonaro, diz economista

Fim do estoque regulador e incentivo à exportação são erros do governo que levaram à alta do arroz, afirma economista Juliane Furno

O preço do arroz disparou nas últimas semanas e um pacote de cinco quilos chega a custar R$ 40 nos supermercados. Um dos principais alimentos do Brasil enfrenta um desmonte de políticas públicas por parte do governo Bolsonaro, que permite ao produtor priorizar o mercado internacional.

Doutora em Desenvolvimento Econômico pela Unicamp e integrante do Levante Popular da Juventude, a economista Juliane Furno explica que a alta do arroz é resultado da política de livre mercado defendida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Leia mais em: https://www.redebrasilatual.com.br/economia/2020/09/preco-arroz-desmonte-bolsonaro-economista/

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